Campo Grande-MS 24.04.2017
Rinotraqueíte felina
Segunda-Feira, 22.06.2015 às 13:00
Rinotraqueíte felina
Comum e altamente contagiosa, doença precisa de tratamento rápido
Luiz Douglas Rodrigues Júnior - Mais Que Pet
Para o Portal Top Vitrine
Divulgação/Mais Que Pet
Doença não não atinge os seres humanos

Causada pelo herpesvírus felino tipo 1 (FeHV-1), e altamente contagiosa, a rinotraqueíte atinge os gatos domésticos e selvagens com bastante frequência e pode ser fatal se não tratada.

 

Clique sobre a imagem para ampliá-la

 

A doença ataca o trato respiratório e os gatos doentes serão para sempre portadores do vírus, que pode voltar a se manifestar em momentos de estresse ou quando o sistema imunológico do pet estiver enfraquecido.

 

Os filhotes são especialmente suscetíveis à rinotraqueíte.

 

Transmissão

 

A rinotraqueíte é transmitida pelos animais que estão manifestando a doença através das secreções nasais ou oculares.

 

A gata prenhe também pode transmitir o problema para os filhotes. A transmissão pelo ar é mais rara.

 

Quando há mais de um felino no ambiente, o animal doente deve ficar afastado dos demais.

 

A doença não é uma zoonose, ou seja, não atinge os seres humanos e o vírus é facilmente eliminado do ambiente com o uso de produtos de limpeza comuns.

 

Sintomas e diagnóstico

 

Os sintomas da rinotraqueíte se manifestam cerca de 24 horas depois da contaminação e incluem secreção ocular (conjuntivite), inflamação da córnea, espirros, febre, salivação excessiva e apatia.

 

Nos casos mais graves podem surgir aftas na boca, o que dificulta a alimentação e o consumo de água, e broncopneumonia.

 

Se o pet apresenta vários episódios da doença, pode ter seu sistema respiratório enfraquecido, ficando mais suscetível à rinite crônica.

 

O diagnóstico da doença é clínico, mas exames laboratoriais (sangue e análise de secreções) podem ser solicitados pelo veterinário.

 

Prevenção e tratamento

 

A rinotraqueíte pode ser prevenida com vacinação adequada e evitando-se o contato com animais doentes. A higiene do ambiente e uma alimentação equilibrada também fortalecem o sistema imunológico do pet e ajudam a evitar o problema.

 

Quando instalada, o tratamento deve ser rápido e os sintomas da doença são combatidos com colírios, pomadas, anti-inflamatórios, antitérmicos e até antibióticos, para evitar as infecções secundárias. Em alguns casos usa-se também a inalação e, em animais muito debilitados, hidratação endovenosa.

 

Serviço

 

Revista Mais Que Pet

Telefone (17) 3012-6184

www.maisquepet.com.br

08 SETEMBRO - TER
Cachorros também podem ter TOC
22 NOVEMBRO - DOM
Nove erros que cometemos ao alimentar os pets
30 NOVEMBRO - SEG
Cães são capazes de perceber emoções humanas
28 JANEIRO - QUI
Oito dicas para deixar seu pet sozinho
Busca Detalhada
Utilize a busca avançadas do site para encontrar o que deseja em termos de noticías.