Campo Grande-MS 27.07.2017

Biodiversidade

Sandra Sakamoto & Thiago Angeli

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SAB, 23.04.2016

Tartarugas

Os quelônios são encontrados em todos os continentes e oceanos

Biodiversidade

Para o Portal Top Vitrine

Olá, leitor! Hoje, nós, do Projeto Herpetus, iremos falar de um grupo de animais bem legais e que serão tema de um curso inédito que ministraremos aqui em São Paulo no dia 21 de maio, aliás, desde já você está convidado.

 

Estamos nos referindo a uma ordem chamada Chelonia ou testudines que, assim denominados pelos termos científicos, parecem animais desconhecidos, mas, que estão presentes em muitos lares brasileiros, sobretudo ilegalmente.

 

Charles Darwin, o pai da Teoria da Evolução das Espécies, encontrou nas gigantescas tartarugas-de-Galápagos, fonte de inspiração para realizar seus estudos e complementar as suas pesquisas, além de analisar tentilhões. Acredita-se que ainda existam representantes remanescentes desse período: o notável naturalista aportou nas ilhas em 1835 em seu famoso navio Beagle.

 

Nessa grande família dos répteis agrupam-se espécies mais popularmente conhecidas como "tartarugas" e, no Brasil, os representantes terrestres, dulcícolas (de água doce) e marinhos são conhecidos respectivamente como: jabutis, cágados e tartarugas (HICKMAN et al., 2004). O quelônio mais antigo da qual se tem registro é o Odontochelys semitestacea, cujo registro fóssil data de 220 milhões de anos atrás.

 

São seres vertebrados únicos por possuírem a cintura escapular e pélvica dentro de uma estrutura formada por placas ósseas suturadas, cobertos por escudos córneos e de origem epidérmica. Essa estrutura resistente é dividida em: casco que é a parte superior e plastrão que é a porção ventral. O casco em si mudou muito nesses mais de duzentos milhões de anos de evolução, passou por diversas transformações e foi tomando diferentes formas, conforme o ambiente e as necessidades de sobrevivência das centenas de espécies existentes atualmente.

 

Prova disso é que, exceto na Antártida, os quelônios são encontrados em todos os continentes e oceanos. No Brasil, pode ser encontrada uma ampla fauna de testudines em regiões de norte a sul e há seres significativos e de beleza singular tanto de animais terrestres, semi-terrestres como de tartarugas aquáticas marinhas que realizam a migração para desovarem em nossas praias.

 

Já foram catalogadas mais de 300 espécies de tartarugas no mundo inteiro: há exemplares que podem medir de 30 cm até mais de dois metros de comprimento e são capazes de atingir dezenas e até centenas de anos de vida. Muitas pessoas pensam que esses animais são lentos e inofensivos, mas as mandíbulas da grande maioria das espécies é forte e, principalmente os cágados são ágeis e rápidos, tanto dentro como fora d'água.

 

Estes répteis encouraçados habitam regiões com forte presença de rios, lagos, mares e florestas tropicais. São animais ovíparos, isto é, que botam ovos e que não possuem dentes, mas sim bicos. Onívoros ou carnivoros, se alimentam de uma ampla variedade de itens como: algas, crustáceos, insetos, frutas, peixes, plantas...

 

Um grupo de quelônios bem conhecidos por nós são os jabutis e é muito comum encontrá-los em cativeiro e nos domicílios. No nosso país temos duas espécies: o jabuti piranga (Chelonoidis carbonaria) que é encontrado do Nordeste ao Sudeste do Brasil e o jabuti tinga (Chelonoidis denticulata) que é encontrado na Amazônia. Entretanto, alcançam grande diversidade ao sul do Saara, localizado na África.

 

Apesar de serem animais terrestres, os jabutis flutuam muito bem e, por este motivo, conseguem atravessar barreiras oceânicas e colonizar margens continentais de ilhas distantes e remotas.

 

Ovos e carnes desses curiosos animais são ricos em proteína, servindo de alimento para algumas tribos indígenas e populações ribeirinhas encontram na tartaruga-da-Amazônia (Podocnemys expansa), por exemplo,  um importante meio de sobrevivência e fonte de economia, mas a sua caça está bastante restrita devido ao risco de extinção.

 

Outras espécies também sofrem alto risco de extinção como o cágado (Mesoclemys hogei) que vive na bacia do rio Paraíba do Sul, tanto que a espécie ganhou recentemente uma reserva para sua conservação. Tartarugas-do-mar são vítimas da poluição dos mares e são encontradas mortas nas beiras das praias, por terem se afogado enroscadas nas redes de pescadores, por terem engolido lixo (sacos plásticos, latas, anzois...) e têm nadadeiras decepadas por causa das pás motrizes de naus.

 

Além da predação humana e da devastação ambiental, que diminuiu consideravelmente os habitats e alimentos dos testudines, o tráfico de animais ainda é uma das principais causas da extinção de várias espécies, junto com a caça ilegal devido à alta procura gastronômica. É importante lembrar que das centenas de ovos que as espécies de tartarugas-do-mar ovipõem, somente uns cinco indivíduos chegarão à fase de reprodução.

 

Existem criadores que vendem jabutis legalizados, mas lembre-se que é um animal que pode passar para outra geração pelo seu longo tempo de vida. Procure informar-se sobre sua correta alimentação: é muito comum as pessoas alimentarem jabutis somente com alface o que pode causar uma diarreia descontrolada e causar descalcificação grave em seu casco.

 

Nossa dica sempre: pesquise sobre o animal que você quer como seu bicho de estimação. Cuide dele como gostaria de ser cuidado! E caso queira participar do nosso curso

 

Serviço

 

proj.herpetus@gmail.com

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Divulgação

Curso inédito do Projeto Herpetus

SEX, 08.04.2016

Como surgiu a relação entre homens e animais de estimação?

Animais selvagens podem se tornar bons pets?

Biodiversidade

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Por que temos uma necessidade tão grande de ter ao nosso lado companheiros não-humanos? Será que cuidamos realmente bem dos bichinhos em casa? Como algumas pessoas convivem com animais considerados perigosos como as serpentes? Animais selvagens podem se tornar bons pets?

 

Essa relação é tão antiga que foi herdada de nossos antepassados pré-históricos a cerca de 150 mil anos atrás. Quando surgiram os primeiros povos assentados, ou seja, quando deixaram de ser itinerantes para estabelecerem-se no mesmo local, os nossos aparentados passaram a suprir suas necessidades básicas e de sobrevivência - como abrigo, alimentação e reprodução - num só espaço.

 

Nasceu a partir daí uma sociedade mais organizada com funções melhores estabelecidas entre seus indivíduos. Com a formação dos povoados surgiram a agricultura e a pecuária, isto é, deu-se início à domesticação dos vegetais e também dos animais.

 

Estudos mostram que os primeiros animais a serem domesticados foram os bovídeos e com o passar do tempo foram incorporados ovinos, suínos, aves... Entretanto, essas espécies eram criadas para realizarem trabalhos de tração ou para saciarem a fome dos componentes de um determinado grupo, não havia uma relação sentimental envolvida.

 

Entretanto, estas comunidades passaram a atrair também outros seres, além dos humanos, pela possibilidade de obterem comida e, posteriormente, moradia. Animais carnívoros, como lobos, começaram a se aproximar dos seus territórios para conseguirem furtar suas caças e, à parte dos problemas que esses saques causavam para o bem-estar geral, os homens observaram que alguns desses canídeos eram mais dóceis que outros e que aceitavam comer direto de suas mãos e até aceitar afagos. Pronto! Estava estabelecida a convivência entre hominídeos e animais.

 

No decorrer da história da civilização humana, os animais atingiram status de doméstico para um ente estimado e querido. Dificilmente não há residência sem um pet: seja um cachorro, um gato, roedores, peixes num aquário, assim como pássaros canoros que são retirados ilegalmente da natureza para viverem confinados em uma gaiola e mais uma série de outras espécies que são vítimas da biopirataria, ou seja, do tráfico de animais, que é uma das atividades ilícitas mais rentáveis, depois do tráfico de drogas e de armas. Mas, esse assunto já foi comentado aqui na Coluna Biodiversidade em outra matéria.

 

O número do mercado de produtos e serviços, destinados aos animais de estimação, falam por si só sobre o apelo sentimental que estes membros familiares representam para a sociedade atual. Só no Brasil, anualmente, este segmento gera cerca de R$ 16 bilhões de reais, dados de 2013, segundo a Associação Brasileira de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET) com estimativa de atingir-se R$ 21 bilhões em 2020.

 

Entretanto, na mesma proporção que pets são comercializados, eles também são abandonados pelas mesmas pessoas ou famílias que o adotaram/compraram. Conviver-se com um animal de estimação é algo tão inserido e divulgado em nossa cultura, que nos esquecemos que são seres que têm vida própria, sentimentos, sofrem de dor, fome, frio etc...

 

E tão comum quanto pagar por um bichinho que está numa vitrine como mercadoria, é abandoná-lo. Com tantos bichos depositados em Centros de Controle de Zoonoses, principalmente cães e gatos, chega a ser quase um crime optar pela compra, ao invés da adoção.

 

Além da moda das raças, também existe a moda de espécies exóticas que geralmente são comprados por adolescentes e jovens que adoram se exibir. Basta acessar as redes sociais da internet para encontrar vários deles em selfies com seus brinquedos vivos e em situações de risco e até de maus tratos com os pobres. Se você é mãe ou pai, por favor, saiba dizer NÃO!

 

Na década de 90, por exemplo, vendia-se filhotes de cágados tigre d'água americanos, muito pequeninos e encantadores, nas pets shops. Muita gente os adquiriu sem saber que esses quelônios podem crescer até 45 cm, viver décadas, são carnívoros vorazes e que podem até decepar um dedo de uma criança. Fora isso, são répteis que adoram água turva, ou seja, anti-estético para criar-se num terrário de vidro. O que aconteceu? Os compradores irresponsáveis os jogaram em lagoas, rios, córregos, parques e, infelizmente, é comum vê-los doentes em várias partes do Brasil.

 

A introdução de uma espécie exótica, isto é, que não é endêmica daquele lugar, é algo muito complicado do ponto de vista ecológico, pois traz graves consequências ao ecossistema local. Essa espécie solta de forma irregular, pode criar um predador em potencial para aquele ambiente e detonar com toda sua biota.

 

Caso típico é o das tilápias que foram soltas por aquaristas e que exterminaram peixes numa lagoa do Rio Grande do Sul. Esses animais se adaptaram à nova morada tendo alimento disponível, clima favorável e não tinham inimigos naturais para controlar sua reprodução. O resultado foi desastroso.

 

A matéria de hoje visa, justamente, alertar sobre a responsabilidade que é ter um indivíduo não-humano que não fala nossa linguagem e pode chegar a viver muitos anos, as vezes, décadas. Se você sente-se só e precisa de um amigo peludo, emplumado ou escamoso, têm filhos e eles estão loucos para terem um bicho de estimação para chamarem de seu, opa! Pare e pense em algumas questões:

 

- Você quer um animal porque está carente afetivamente ou por que gosta da sua companhia ou se identifica com a espécie?

 

- Você tem infra-estrutura para receber um animal em sua casa?

 

- Você tem condições financeiras de prover a alimentação, o bem-estar e atender alguma urgência veterinária dele?

 

- Terá tempo, paciência e disponibilidade para cuidar do seu animalzinho?

 

- Conhece o mínimo necessário da espécie: tempo de vida, hábitos alimentares, humor, se suporta a presença humana?

 

Se você não tiver resposta positiva para estes questionamentos bem simples, creio que seja melhor aguardar um momento mais oportuno antes de se comprometer com outro ser. Parece fácil e, embora banal ter um animal de estimação junto de si, requer planejamento, isto é, a razão tem que estar acima do imediatismo, do querer ter e do comprar. Adquirir um pet e largá-lo sozinho e sem tratos mínimos, é praticar violência tanto psicológica como física a ele e pode gerar multa e até prisão contra o dono.

 

Também é comum as pessoas terem fascínio por animais que são mal afamados como: aracnídeos, répteis e aves rapineiras, mas muito poucas detêm informação suficiente para mantê-los cativos. Mais raro ainda são os cidadãos que os adquirem de criadouros legalizados e os compram de traficantes até por serem muito mais baratos.

 

Saiba que estes animais não sobrevivem em contato com o homem, aliás, eles nos evitam o quanto podem. Então você pode estar colocando em risco sua vida, a vida de outros familiares e a vida de um ser que deveria estar livre em seu habitat; ele pode morrer estressado, passar alguma doença grave ou agredi-lo de forma severa fisicamente.

 

Ah, e evite dar um bichinho de presente a alguém: ela pode não estar preparada para cuidar de um, pode não gostar do convívio com animais dentro de casa, pode ter elogiado o seu “neném” por educação. Lembre-se que se você adquirir um casal, eles poderão se reproduzir e depois, o que fazer com as crias? A tarefa de vender para obter-se lucro ou de doar um animal é bem difícil.

 

Então seja consciente. Não seja responsável pelo abandono, maus-tratos e/ou morte de outrem, seja ele um cão ou um gato, de raça ou não, e independente da espécie escolhida, doméstica ou exótica. Também não compre animais advindos do tráfico. Não seja criminoso. Respeite a vida.

 

Para quem tem pet: trate seu amigo como gostaria de ser tratado.

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Paulo Renato Coelho Netto/Livro Mato Grosso do Sul

Os primeiros animais domesticados foram os bovídeos

TER, 22.03.2016

Gavião-belo, no topo da cadeia alimentar e da lista de extinção

Ave encontra-se criticamente ameaçada de extinção no Brasil

Biodiversidade

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Olá, leitor! Hoje nós do Projeto Herpetus, Thiago e Sandra, falaremos de um carinha que faz parte da nossa biodiversidade e está no topo da cadeia alimentar, tendo uma importância muito grande na manutenção do ecossistema e dos habitats que ocupa. Trata-se de uma ave muito conhecida e observada na região do Pantanal: o gavião-belo (Busarellus nigricollis).

 

Aliás, o nome científico – sempre escrito em letra itálica e em negrito – existe para que pesquisadores do mundo inteiro possam saber que trata-se da mesma espécie e que esta pode ocorrer em diferentes partes do mundo.

 

O nome popular ou vulgar pode variar de região para região, o gavião-belo, por exemplo, também é conhecido como gavião-lavadeira no Mato Grosso, gavião-balaio no Amazonas, gavião-velho, gavião-padre, gavião-panema e, em Inglês, como black-collored hawk.

 

E já que comentamos em nome científico, Busarellus nigricollis significa: pequeno urubu de pescoço preto.

 

O gavião-belo é uma ave de rapina, que inclui os grupos dos falcões, das corujas e das águias. Pertence a uma família chamada Accipitridae, é uma ave belíssima com alto poder de caça ativa, onde nesse grupo inclui-se outras espécies de gaviões. Mede cerca de 50 cm de comprimento. O macho pode pesar até 700 g, já a fêmea é ligeiramente maior, pesando em média 800 g.

 

Os indivíduos adultos têm plumagem que pode variar de marrom avermelhado a levemente alaranjado no abdômen, a região da cabeça tem coloração bem clara e fica destacada por um colar preto no pescoço, como se fosse uma gravata.

 

As penas das asas e da cauda são negras, suas pernas têm uma coloração cinza clara e o bico é negro (Antas, 2005). Já os animais juvenis apresentam coloração mais pálida, sendo que o branco da cabeça e do pescoço não estão ainda bem definidos.

 

Tem ampla distribuição geográfica: ocorre desde o México, passando pelo Brasil e Argentina. É encontrado em todo o território nacional, entretanto, é comumente  avistado no Pantanal por causa da sua área de ocorrência associada à presença de extensas áreas banhadas, brejos, campos inundados e manguezais, já que a principal dieta do gavião-belo são os peixes (Amaral, 2002).

 

É um especialista na captura destes animais aquáticos, sendo uma das poucas aves de rapinas brasileiras com esse hábito alimentar (Sick, 1997). Sua dieta consiste também em insetos e pequenos vertebrados: em 20 de agosto de 2010, observou-se pela primeira vez o B. nigricollis predar um jacaré-do-Pantanal (Caymam yacare) às margens do rio Paraguai, na Estação Ecológica de Taiamã, localizada no Mato Grosso.

 

Tem atividade matutina e vespertina, plana muito alto nas correntes de ar quente. Se mantém pousado em poleiros já demarcados por longas horas, a espera de movimentos de peixes na superfície da água. Voa em direção à presa, capturando-a rapidamente com suas garras finas, curvadas e pontiagudas, levando seu alimento ao galho preferido para comê-lo.

 

O observador de aves e grande amigo Marcos Faustino em conversa comigo, Thiago Angeli, relatou que em pescarias no Pantanal ocorrem acidentes com este ser emplumado: os pescadores utilizam iscas artificiais que atraem o gavião-belo. A ave confunde a isca com um peixe e atira-se sobre o objeto e acaba pescada no anzol.

 

Quando chega a época reprodutiva, geralmente no início da primavera, assim como para a maioria das aves rapineiras, a espécie realiza voos acrobáticos com grandes e suaves subidas e descidas. Já o macho as vezes faz voo picado e fica de cabeça para baixo sob a fêmea, e as duas aves tocam suas garras. É um tipo de manobra de grande destreza e lindo de ser observado.

 

Seu ninho é feito em uma plataforma a uma altura média de 12 metros e construído com gravetos, normalmente em manguezais, em bordas de mata ciliar ou ainda pântanos. Geralmente a fêmea faz postura de um único ovo. O que representa um cuidado ainda maior na preservação da sua espécie.

 

O B. nigricollis encontra-se criticamente ameaçado de extinção no Brasil, devido às ações antrópicas/intervenções humanas. A destruição do seu habitat com o desmatamento, poluição das águas e avanço das moradias urbanas, têm diminuído drasticamente sua área de caça e pesca, afetando diretamente em sua sobrevivência.

O Portal Top Vitrine não se responsabiliza por artigos assinados ou de origem definida.

Douglas Fernando Meleti

O gavião-belo (Busarellus nigricollis)

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Biodiversidade

Sandra Sakamoto é publicitária de formação pela FIAM/FMU, redatora por vocação e bióloga de coração, profissão na qual se dedica atualmente. Autodidata, estagiou no Museu de Zoologia da USP no setor de Entomologia e frequentou cursos de extensão universitária nesta mesma Instituição no segmento de invertebrados. Participa periodicamente de cursos e palestras em Biológicas, Saúde e Educação para upgrade curricular. É coordenadora do Projeto Herpetus junto com o biólogo Thiago Angeli, sendo responsável pela parte de comunicação, divulgação e conteúdo deste trabalho. Tem escrito e revisado uma série de textos destinados ao setor de Zoo, Eco e Biodiversidade, além de ministrar aulas para um público amplo e diversificado.

Thiago Angeli é biólogo graduado pela UNIESP. Autodidata, possui know-how no manejo e na recuperação de diversas espécies de animais silvestres cativos. Estagiou e fez curso de extensão universitária em Biodiversidade pelo Instituto Butantan (SP), além de ter trabalhado em Mantenedouros de Fauna; no Projeto Macuco do Parque Estância Alto da Serra; em lojas especializadas em animais exóticos. Desenvolveu um trabalho de pesquisa sobre a anurofauna do Parque Estância Santa Luzia, localizada em Mauá (SP). Atualmente é coordenador do Projeto Herpetus junto com Sandra Sakamoto e ministra diversos cursos e palestras sobre biodiversidade da fauna. Participa de eventos e exposições do segmento para upgrade curricular. Dedica-se a registrar as espécies de aves urbanas em São Paulo. Desenvolve ainda trabalhos de paleoarte, taxidermia científica e artística, além de já ter escrito diversas apostilas e banneres sobre o segmento de Zoologia. Sandra e Thiago assinam a Coluna Biodiversidade no Portal Top Vitrine desde janeiro de 2016

proj.herpetus@gmail.com

projetoherpetus.wordpress.com

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